domingo, 12 de junho de 2011



EU E A UFBA: realização de um sonho
Na semana que fiquei sabendo sobre a possibilidade de fazer um curso em uma das melhores Universidades (UFBA), eu mal dormia. Só pensava nisto e ao mesmo tempo morria de medo de fracassar no vestibular, ou melhor, dizendo processo seletivo. Lembro-me que tinha uma grande chance devido ao número de vagas destinadas a minha cidade, mas assim mesmo o coração batia mais forte em pensar nisso tudo.
Nunca havia sentido tanta tensão como nos dias do processo seletivo; a cabeça doía muito, minhas pernas estavam bambas, meu pensamento era mais negativo do que positivo porque era diferente o método de avaliar, invés de ser realizadas provas, estaríamos reescrevendo a nossa história, ou melhor, dizendo construindo o nosso memorial.
Toda tensão foi recompensada ao ver meu nome e de minhas colegas na lista de classificação. Quanta emoção! “Será que é verdade?” Pensava eu. As expectativas eram muitas. Toda minha família estava feliz por mim. Era um sonho sendo realizado. Quantos gostariam de estar no meu lugar! O sorriso transpassava de uma orelha a outra, era engraçada de ver!
Algumas pessoas ficaram com inveja e raiva, por que nunca acreditavam que iríamos prestar um vestibular de maneira diferente, estaríamos construindo o nosso memorial. Quem já se viu vestibular não ter provas? Que, diga-se de passagem, não foi fácil. Estamos em busca de maiores conhecimentos, de respostas as nossas dúvidas, de novos caminhos a serem percorridos como todos os estudantes. Nossa diferença: nós temos a prática. Talvez seja esse detalhe que tanto incomoda.
Para ser sincero, esse preconceito foi para mim uma frustração, mas também funcionou como uma alavanca para que nós “professores”, tivéssemos muito mais garra.
Que emoção! O primeiro dia de aula! Por mais que estudamos, o primeiro é sempre o primeiro. Muitas expectativas procuram por pessoas conhecidas, novas amizades... Alegria, muita alegria! Sensação de alívio e responsabilidades: alívio por ter conseguido, mas esta vitória; responsabilidades de estar na UFBA.
Estou no ciclo quatro e relatando um pouco da minha trajetória de vida. Vejo que a faculdade está abrindo novos horizontes na minha caminhada; novas práticas estão surgindo e renovando o meu saber. Hoje, depois do quarto ciclo, consegui ver o quanto a minha prática em sala de aula renovou, surgindo outra profissional.
Com as contribuições das atividades oferecidas pela UFBA percebo que minha prática está ainda melhor não que me considere uma professora ruim, mas, sei que estou disposta a aprimorar minhas aulas ainda mais.
Somos todos aprendizes neste maravilhoso planeta, e para mim, melhores encanto de viver é justamente vivenciar com atenção as surpresas e lições que me acontecem, e uma das aprendizagens mais importantes que procuro aplicar.
Para ser sincero, esse preconceito foi para mim uma frustração, mas também funcionou como uma alavanca para que nós “professores”, tivéssemos muito mais garra.
A professora deve, acima de tudo, saber lidar com pessoas e se adaptar a elas e as situações que podem ocorrer. Além disso, este curso serve como base que se origina na prática.
Dentro desta prática, contudo, devo sempre buscar os elementos que poderão servir de base para novas pesquisas, ou, pelo menos estar consciente de que existe todo um aparato cientifico por trás da prática do professor.
Assim, transformando a minha prática que era tradicional com aulas expositivas, em aulas dinâmicas, e utilizando-me de vários recursos.
Tendo como auto-conceito, a transformação de teorias tradicionais para teorias construtivistas, tendo um futuro com os alunos que, com métodos criativos, que os transformam em grandes críticos e formadores de opiniões.
As leituras realizadas em sala de aula e as lidas em casa trouxeram muitas soluções e mudanças para o meu trabalho em sala de aula, fazendo com que eu assumisse o papel diferente, com novas posturas frente ao meu aluno e os seus conflitos. Vejo a escola como um espaço educativo, com regras a serem cumpridas e determinadas. Nesse processo todo me vejo como uma formadora de opinião e entendimento a questão da educação como um todo. Por isso não basta apenas saber um pouco de psicologia e do conteúdo que vai ensinar, por isso que acredito que estudar é uma grande chance de progresso, tanto para o professor como para as crianças.
Quantas aulas, do curso de Pedagogia, levo para minha sala de aula e para minhas colegas de escola! Todas as brincadeiras, cada dinâmica diferente, as trocas de experiências, os jogos, os conceitos matemáticos etc. Enfim, esta acontecendo muitas atividades interessantes e leituras que motivam a minha mudança em muitos aspectos que antes não conhecia.
Lembro-me da questão de como ensinar os conceitos matemáticos, da multiplicação, e como levar meu aluno, a memorizar através da tabuada cantada, onde ele pensaria sobre a questão de aprender a cantar as cantigas de roda.
Na medida em que posso, sempre colocar em prática na sala de aula sobre temas significantes que aprendi e aprendo no curso. Se eu fosse contar todas as experiências não iria conseguir. Se apenas que meu planejamento é de constantes variações, fazendo das minhas dinâmicas em sala de aula bem diferentes e prazerosas.
A cada dia abre novos horizontes, não querendo assim escrever que me tornei uma professora cheia de teorias, é lógico que não, mais o pouco que aprendi as pesquisas, as leituras, enfim todo o material utilizado foi modificando a minha prática, para melhor: hoje quando estou em determinado local, assistindo alguma palestra ou curso de capacitação percebo que entendo melhor do assunto que se fala e posso argumentar.
Aprendi a fazer RESENHA através desse curso, aliás, nem sabia o que era isso. No início foi muito difícil, quando a professora Luiza Seixas passou,cheguei até chorar de angústias, por que não sabia como começar, mas, graças com ajuda da professora consegui fazer a minha resenha.
É por isso que valorizo muito esse curso de Pedagogia. É ele que nesses dois anos tem produzido as mudanças significantes, que estão ocorrendo na minha trajetória como professora, dando significados importantes para a minha valorização como professora e educadora.
As professoras: Marcea Sales e Isis Ceuta trouxeram para nós o GEAC – A (auto) Formação no Percurso da Vida. Participar deste GEAC contribuiu muito para a minha formação. Fizemos vários estudos. Observei que a vida das pessoas é formada por vários acontecimentos, a partir daí é que vamos escrevendo a nossa história de vida. Quando narramos a nossa história, costumamos citar fatos que ficaram guardados na nossa lembrança. Geralmente, esses fatos têm um significado importante para nós e, de alguma forma, eles marcaram a nossa vida.
Levei para sala de aula a importância das pessoas falar, escrever ou até mesmo em forma de desenhos, que as pessoas pode contar a sua história de vida. Pedir aos alunos que fizessem um desenho sobre um fato importante que ficou guardado na sua lembrança. Em seguida os alunos apresentaram os seus desenhos para os colegas. Mas, o que me chamou atenção foi o desenho do aluno Bruno, que desenhou uma mulher e um bebê no colo, falando que era a sua mãe com ele. Que pena! Ela faleceu. Da maneira que ele se expressou comecei a chorar.

Projeto Tapiramutá tem história

Introdução
Pensando no ensino primário da Escola Rural de Tapiramutá, entre 1960 a 1968 que era mantida pelo governo do Estado. Decidimos realizar esse projeto de pesquisa. Esta escola compunha - se de uma sala de aula, uma residência para o professor, sanitários, um pátio recreativo e uma vasta área não construída, cercada por arame farpado, havia também um campinho no qual os alunos jogavam futebol e baleado. A respectiva área abrange hoje as escolas: grupo Escolar Julieta Viana, Escola Municipal Rui Barbosa e o colégio João Queiroz.
Os alunos tinham a escola como o espaço para a aquisição do conhecimento, que tem o professor como o mediador entre o aluno e os modelos culturais a serem transmitido. O professor geralmente é autoritário e prefere que os alunos permaneçam em silêncio para que “dono” do conhecimento (professor) encha os recipientes vazios (alunos).
. A ditadura, a repressão e a censura que aconteciam no País refletiam também dentro das escolas, muitos intelectuais foram exilados no exterior desafiarem as ordens do governo militar. É preciso citar como as crianças eram vistas há anos atrás quando não conseguiam se alfabetizar era tido até como malucas, como crianças que engoliam letras, crianças “burras”, sendo então marginalizadas, colocadas como seres incapazes de desenvolver-se dentro daquele espaço cujo objetivo maior era reproduzir o que a massa da sociedade queria reproduzir o que o currículo era espaço de poder responsável por traduzir a ideologia dominante, um território político (SILVA 2005). Não que as crianças ou estudantes de hoje não tenham que ter um parâmetro, uma diretriz a seguir, mas isto deve ser feito dentro das possibilidades de cada um, levando em conta o que esta por trás da sua subjetividade, que se reflete na aprendizagem
Justificativa
Pensando em buscar novos conhecimentos, primeiro lugar descobrir como se chamava a escola antigamente, entre 1960 a 1968. Era conhecida como Escola Rural de Tapiramutá.
Hoje a cidade de Tapiramutá teve início da seguinte forma: Inicialmente habitada pelos índios Paiaiá e posteriormente por caçadores que no intuito de abater tapiras (antas), presas de carne saborosa e de grande valor comercial – por haver, naquela época, no local, muitas matas, onde vivia grande quantidade destes animais; os caçadores que por ali caçavam, construíram pequenas casas de palha, provavelmente em número de quatro, faziam suas esperas e abatiam as antas quando estas se aproximavam. A carne destes animais era exportada para Vila Ventura – naquele tempo, local de grande movimento devido à exploração de diamante e outros minerais.
O lugarejo recebeu a denominação de Palha (primeiro nome) por volta de mais ou menos 1901, por causa da existência de palhoças feitas pelos caçadores, entre outros: Pedro Carcará, Cláudio, Benício, Gaudêncio, tendo na liderança o Sr. Hilário Bispo dos Santos. Existia numa das casas, uma bodega onde eram vendidos cereais e bebidas alcoólicas.
Lá pelo ano de 1910 o lugarejo ganha um novo nome, passando de Palha para Espera D’anta. Desta espera de antas é que surgiu o nome Espera D’anta, oficializado como Distrito de Mundo Novo, pelo Decreto Estadual 9.337 de 21.02.1935.
A mudança de Espera D’anta para Tapiramutá teve como razão o seguinte: em língua indígena Tapira – que quer dizer anta , mutá– Espera. (Tapiras, mutá), (Espera de antas). Daí o nome Tapiramutá. A mudança foi oficializada através do Decreto Estadual 11.098.
Tapiramutá teve sua emancipação política no dia 27 de julho de 1962, pela Lei 1.747. Sua primeira eleição ocorreu no dia 03 de outubro do mesmo ano, sendo eleito para Prefeito o Sr. Virgílio Pedreira.
Conhecendo um pouco sobre a história da cidade citada, continuei com minhas pesquisas, sobre o ensino primário. Decidir realizar um projeto de pesquisa. A escola Rural de Tapiramutá compunha de uma sala de aula, uma residência para o professor, sanitários, um pátio recreativo e uma vasta área não construída, cercada por arame farpado, havia também um campinho no qual os alunos jogavam futebol e baleado. A respectiva área abrange hoje as escolas: Grupo Escolar Julieta Pontes Viana, escola Municipal Rui Barbosa e o Colégio João Queiroz.
Através de depoimentos dos alunos e professores daquela época, descobrir que os alunos aprendiam no método tradicional, a criança era alfabetizada pela memorização, ensinava através da cartilha, onde existiam exercícios repetitivos, sem existir um questionamento, trabalhar assim é fácil, pois os alunos apenas obedeciam às professoras e eles mesmos não eram respeitados pela cultura que já trazem de fora.
O ensino da sala de aula tradicional é aquele que precisa de um local para o encontro de professores e alunos, cujo protagonista geralmente é o professor e um conteúdo pré determinado, sem muito espaço para contribuições por parte dos alunos e o aluno senta na carteira e recebe o conhecimento pronto, o qual deve memorizar e reproduzir em posteriores avaliações. Os principais recursos e materiais utilizados são: a fala do professor, o que ele escreve no quadro-negro ou prescreve para leitura, giz e apagador. O aluno é submetido a uma postura mais passiva de receptor do conhecimento, utilizando papel e caneta para registrar a informação.
A escola nós séculos passados era vista por educar e ajustar para a sociedade. Era o espaço de transmitir o conhecimento, onde o professor tem um papel mediador entre o aluno e os modelos. (MIZUKAMI, 1986).
Existem aí programas e resultados a serem seguidos, dentro de uma proposta universalmente requisitada. A relação intricada dentro dessa proposta é vertical, tendo que ser ainda referência moral para os alunos. Os métodos tradicionais contido nas escolas públicos são práticas derivadas da concepção bancária que tornam os alunos passivos, ou seja, receptores de conhecimento.
Contrapondo-se a isso a pedagogia de Paulo Freire com bases filosóficas aparecem para desmascarar todas essas ideologias que fazem parte da educação tradicional, com intuito de manter as diferenças de classes e obedecer ao que o Estado ordena. O Estado por sua vez, através desses aparelhos ideológicos, torna-se cada vez mais soberano, cuidando estritamente dos interesses da elite.
Os anos em que nosso País foi governado por militares foram muito difíceis, havia muita censura nos meios de comunicações, as pessoas não tinham liberdade de expressões, a cidadania e direitos sociais eram negados a população, com a migração da população do campo para a cidade o governo foi pressionado a responder as reivindicações do povo, que eram moradias, educação, saúde... Então foram criados escolas públicas nos municípios para toda a população, inclusive pobres e trabalhadores.
As escolas públicas eram comandadas por diretores nomeados pelo governo e os alunos tinham de obedecê-lo e acatar suas ordens, formavam estudantes submissos, obedientes e que aceitavam verdades prontas e imutáveis, sem direito a críticas. Muitos desistiam, eram expulsos, porque as escolas não estavam preparadas para receber alunos pobres, havia muito preconceito, discriminação por serem pobres, negros e eram considerados como incapazes de aprender. Qualidade na escola era passar os conteúdos dos livros didáticos aos alunos e estes repeti-los nas provas. Os alunos desistiam e retomavam ao trabalho infantil ou para rua, contribuindo com isso para uma divisão social de classe ainda maior, concentrado as riquezas para poucos sobrando aos demais o trabalho braçal.
A partir do surgimento da escola volta do século XVIII, ficou caracterizada como lugar onde as pessoas aprendiam a escrever e os professores sempre avaliaram seus alunos. Até meados do século XIX se avaliava através da prova oral e observações do professor. Por conta das dificuldades com a prova oral, surge a prova com lápis e papel. Com esse artifício as escolas o aplicaram e ainda hoje se utiliza deste, portanto a avaliação não deixou ainda, não se desvinculou dessa prática escrita.
Além deste tipo de avaliação acrescenta a questão da nota. Outra forma de apelo para avaliar a aprendizagem dos alunos. Pelo que se entende o pavor pela avaliação, o medo de ser avaliado leva ao descaso da aprendizagem, a avaliação era realizada predominantemente visando exatidão da reprodução do conteúdo comunicado em sala de aula, mede-se pela quantidade e exatidão de informações que se consegue produzirem. Daí a consideração de provas, exames, chamados orais, exercícios que evidenciam a exatidão da reprodução da informação. As notas funcionam como níveis de aquisição do patrimônio cultura

Objetivo Geral
 Reconhecer a importância do ensino primário no município na década de 60.
 Considerar os conhecimentos dos alunos em relação ao que se pretende ensinar, identificando até que ponto os conteúdos ensinados foram realmente memorizados ou aprendidos.
 Avaliar as aprendizagens dos alunos a partir do subjetivismo dos mesmos.

Revisões Bibliográficas
As teorias da educação que nortearam a escola tradicional confundem-se com as próprias raízes da escola, tal como a concebeu como instituição de ensino. Não é falso afirmar que o paradigma de ensino tradicional foi um dos principais a influenciar a prática educacional formal, bem como o que serviu de referencial para os modelos que o sucederam através do tempo. Interessante evidência até hoje, paradoxo? É possível, mas é necessário reconhecer que o caráter tradicional atual da escola passou por muitas modificações ao longo de sua história.
A história da educação mostrou que tudo não passou de um sonho embora não



saibamos que realmente o sonhou. A universalização da educação é uma realidade na maioria dos países ocidentais; porém, no dizer de Gadotti (1995), uns receberam mais educação do que outro. A igualdade entre os homens permanece um sonho ainda muito distante do nosso planeta. Apesar de tudo a escola como instituição destinada a todos surgiu nessa época e faz parte do nosso cotidiano e das obrigações da família e do Estado para com suas crianças e adolescentes.
O iluminismo educacional representou o fundamento da pedagogia burguesa, que até hoje insiste, predominantemente na transmissão de conteúdos e na formação social individualista. A burguesia percebeu a necessidade de oferecer instrução mínima para a massa trabalhadora, por isso a educação se dirigiu para a formação do cidadão disciplinado, o surgimento dos sistemas nacionais de educação no século XIX é o resultado e a expressão que a burguesia, como classe ascendente, emprestou á educação (Gadotti 1995.p.90).
A abordagem tradicional do ensino parte do pressuposto de que a inteligência é uma faculdade que torna o homem capaz de armazenar informações das mais simples ás mais complexas. Nessa perspectiva é preciso decompor a realidade a ser estudada com o objetivo de simplificar o patrimônio de conhecimento a ser transmitido ao aluno que por sua vez, deve armazenar tão somente os resultados do processo. Desse modo na escola tradicional o conhecimento humano possui um caráter cumulativo, que deve ser adquirido pelo individuo, pela transmissão dos conhecimentos a ser realizada na instituição escolar (Mizukami, 1986), o papel do indivíduo no processo de aprendizagem é basicamente de passividade, como se pode ver.
Acreditamos que a escola tradicional ora se utilizou do inatismo que tem origem no essencialismo do século XVII e ora do ambientalismo originado do venomenismo do século XVIII para seu suporte epistemológico, não importando inclusive, o fato de serem contraditórios, grosso modo, ou o aluno aprendia os conteúdos escolares porque era portador de uma inteligência inata, ou sua aprendizagem estava diretamente relacionada á quantidade ou qualidade da experiência escolar em determinado conteúdo. Conseqüentemente, como o historicismo veio superar essas duas primeiras estratégicas, foi a partir dessa epistemologia historicista que se originou o construtivismo.
Podemos questionar, no entanto a qualidade do ensino da escola tradicional na atualidade. Constatamos informalmente, que ela esta empobrecida se comparada ás instituições existentes nas décadas passadas. Os conhecimentos não estão sendo transmitidos com o mesmo rigor daquela antiga escola tradicional que instrui nossos pais e avós. No ensino tradicional o professor geralmente é autoritário e prefere que os alunos permaneçam em silêncio para que o dono do conhecimento (professor) encha os recipientes vazios (alunos).

Metodologia
Esse trabalho foi desenvolvido com base em uma análise bibliográfica e documental com vista á fazer uma apropriação da teoria específica na área. Além disso, realizamos entrevista com pessoas da comunidade Tapiramutense; fazendo perguntas como era o ensino primário na década de 60, frisando como os mesmos estudavam

Referências Bibliográficas
GODOTTI, M. Histórias das idéias pedagógicas. São Paulo: Ática, 1995.
MIZUKAMI, Maria das graças Nicoletti. Ensino: as abordagens do processo. São Paulo: e.p.u.1986.
SILVA, Tomaz Tadeu. Documento de identidade: uma introdução ás teorias do currículo. 2,Ed.Belo Horizonte:Autêntica,2005.






















quinta-feira, 28 de outubro de 2010

GELIT : CLARA DOS ANJOS





Clara é uma mulata pobre, que vive no subúrbio carioca com seus pais, Joaquim e Engrácia, mulher “sedentária e caseira.” Joaquim era carteiro, “gostava de violão e de modinhas. Ele mesmo tocava flauta, inClara é uma mulata pobre, que vive no subúrbio carioca com seus pais, Joaquim e Engrácia, mulher “sedentária e caseira.” Joaquim era carteiro, “gostava de violão e de modinhas. Ele mesmo tocava flauta, instrumento que já foi muito estimado em outras épocas, não o sendo atualmente como outrora”. Também “compunha valsas, tangos e acompanhamentos de modinhas.” Além da música, a outra diversão do pai de Clara era passar as tardes de domingo jogando solo com seus dois amigos: o compadre Marramaque e o português Eduardo Lafões, um guarda de obras públicas.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

FÁBULA; A CIGARRA E A FORMIGA RELATÓRIO DAS ATIVIDADES EM SALA DE AULA

FÁBULA: A CIGARRA E A FORMIGA
RELATÓRIO DAS ATIVIDADES EM SALA DE AULA

O primeiro questionamento feito aos alunos foi sobre fábula: perguntamos se eles lembravam e sabiam o que é uma fábula?
A maioria respondeu que era uma história em que os personagens eram animais. Alguns ressaltaram que os animais falavam e outros lembraram que a fábula possuem ensinamentos (moral).
Passamos um pequeno conceito de fábula e em seguida perguntamos:
_ Quais as fábulas que eles lembravam. Citaram várias, mas falei que iriamos trabalhar com a fábula: A cigarra e a formiga. Fizemos a leitura compartilhada no retroprojetor, quadro e mimeografada em seguida individual. Depois de lido muitos disseram que a cigarra se ferrou por não trabalhar, só cantar e divertir enquanto as formigas estavam preocupadas em guardar seus alimentos para o inverno. Falamos sobre os valores que estavam presentes no texto como: amizade, cooperação, etc. Se eles utilizavam estes valores no seu dia a dia. A turma ficou dividida entre dar razão para a formiga ou para a cigarra. Muitos alunos acharam que a cigarra merecia este castigo por não ter feito nada o tempo todo. E na vida real é assim que deve acontecer? Eles justificaram, dizendo que devemos dar uma segunda oportunidade para as pessoas. E não precisa parar de ter diversão, precisamos dos dois (trabalho e laser).
Os alunos leram o texto para responder as questões de interpretação, embasados em tudo o que aconteceu e tínhamos discutido na aula. O segundo texto foi entregue de forma diferente (fatiado) para eles montassem, fazendo a leitura do texto.
Em outro momento fizemos a reescrita do texto do jeito que eles sabem e lembravam do conto da fábula. Discutimos um pouco sobre o texto, alguns alunos comentaram sobre gostar ou não do trabalho.
Desenvolvemos outras atividades: cruzadinha, caça-palavras, formar frases com as palavras tiradas da fábula, utilizamos alfabeto-móvel para formar palavras, pintura da cigarra e da formiga, vídeo (Vida de insetos), leituras e intervenções, etc.
No decorrer das aulas observamos que a participação dos alunos sobre o conteúdo trabalhado aconteceu com êxito e dedicação nas tarefas, demonstrando interesse envolvendo todos na aula.
No geral as atividades atingiu os objetivos, os alunos realizaram as atividades sem apresentar muitas dificuldades e obtiveram pontos de vista diferentes sobre a fábula.

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

Trabalho solicitado pela professora Marcea Sales.
Seqüência Didática

Objetivo geral:
Favorecer a apropriação da estrutura textual em questão, logo o reconhecimento da sua função social, a partir da produção de textos.

Justificativa:
A leitura é importante para a vida e para a formação intelectual dos indivíduos de nossa sociedade. Portanto, tomando como ponto de partida o desenvolvimento da leitura e escrita dos nossos educandos, detectamos que boa parte deles precisa alcançar a base alfabética e despertar o hábito de leitura. Observamos ainda a dificuldade que eles têm em produzir textos coerentes.
Acreditamos envolvê-los no contexto de leitura e escrita possibilitando-os a conhecer outras versões de fábulas apresentada. Além disso, a escolha da fábula “A cigarra e a formiga”, por ser conhecida, permitem os adultos identificar personagens e vivenciá-las, possibilitando ir além da imaginação, transformando-os assim em leitores e escritores.

O que o professor precisa garantir:
Estimular a participação dos alunos;
Assegurar leitura como leitura permanente;
Conhecer a versão da fábula;
Promover momentos de reescrita da fábula;
Reconhecer o potencial de cada aluno;
Garantir as intervenções, facilitando a participação do aluno de maneira que possam expressar o seu ponto de vista.


Aprendizagens esperadas:
Gostar de ler e ouvir histórias;
Contar o que leu;
Recontar a fábula lida garantindo a ordem dos fatores da fábula original;
Reconhecer as diferentes versões da fábula;
Desenvolver atividade em grupo respeitando os colegas;
Organizar texto fatiado;
Revisão do texto;
Aprender a resumir seus próprios textos;
Utilização do alfabeto móvel para construir palavras



Etapas das Seqüências didáticas:

Apresentação da seqüência didática, dizer aos alunos que vamos trabalhar com a fábula: A cigarra e a formiga, questionar os alunos, vocês já conhece alguma fábula? Quais? Conte-nos uma fábula que vocês já leram (registrar no quadro a fala dos alunos).
Apresentar a fábula que será trabalhada na seqüência. Já ouviram falar sobre esse tipo de texto?Onde? Com amigos, família, na escola?
Gostam desse tipo de texto? O que trás esse tipo de texto? A pró mostra a fábula a ser trabalhada, fazendo a leitura coletivo pelos alunos no (retroprojetor).
Fazer antecipação, ler o texto, levantar questões acerca do mesmo:
De que se trata?
O que se você acha que aconteceu?
Onde será que ocorreu o fato?
Vocês sabiam que este tipo de texto traz um ensinamento (moral)?
Esse ensinamento serviu para você em quê?

Segundo dia:
Escrita coletiva da fábula, onde o professor será o escriba; (papel metro);
Montar o texto fatiado com os alunos em dupla;
Ditado circulado das palavras na fábula, logo após pedir que os alunos formem as mesmas palavras com alfabeto móvel.

Avaliação
Utilizar a leitura para alcançar diferentes objetivos:
Ler para escrever, ler para revisar. Que os alunos sejam capazes de ajustar a leitura e a escrita utilizando os procedimentos adequados a cada situação.

terça-feira, 16 de março de 2010

Gelit: MULHERES LIVRES Livro conta resistência e luta de 14 mulheres contra a violência. Destaque da Editora Novo Conceito traz dramas femininos no mundo e mostra que a busca pela dignidade pode superar a dor física e moral.“Mulheres Livres: a resistência de 14 mulheres no mundo”, é o resultado do trabalho de duas jornalistas francesas, Aurine Cremieu e Helene Jullieu, e chega ao Brasil com o apoio da Anistia Internacional, entidade que há mais de 40 anos tem a missão de fazer respeitar os direitos humanos definidos na Declaração Universal dos Direitos do Homem de 1948.Baseado em fatos reais, o livro é um impiedoso relato da violência praticada contra as mulheres em vários países (Estados Unidos, França, Mali, Tunísia, África, Chile, Indonésia, Paquistão, Tchechênia, Índia, Tibet, Palestina e Turquia), provando que esse drama não tem fronteiras e pode ser desencadeado por motivos étnicos, sociais ou políticos. São histórias contundentes de famílias destroçadas, pressão psicológica, assédio moral, estupro, violência doméstica, prostituição forçada, tortura, escravidão, seqüestro, espancamentos e chibatadas contra mulheres.
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Algumas históriasNa Índia, a arquiteta Arundhat, autora do livro “O Deus das pequenas coisas”, traduzido em 40 línguas e mais de seis milhões de exemplares vendidos, não escreveu sua segunda obra. Bastou um artigo posicionando-se contra a bomba nuclear alcançada pelo seu país para a sua vida virar um inferno. Leyla Zana, da Turquia, não assumiu seu posto de deputada no parlamento turco após citar, na cerimônia de posse, “a co-habitação dos povos curdo e turco”. Como o uso do curdo foi durante décadas proibido pela Constituição turca, ela foi presa e sua vida foi destruída. Só aos 43 anos reencontrou o marido e a filha. No aparente tranqüilo Tibete, terra do líder espiritual Dalai Lama, uma noviça relata seus 12 anos de prisão por lutar contra a ocupação chinesa. Defensora do Tibete livre, ela foi torturada e espancada pelos chineses. Na França, Sofia Y. descreve o período em que foi escrava. Levada para a Espanha teve seus documentos e dinheiro confiscados e foi obrigada a se prostituir. Tentou o suicídio e foi levada de volta para a França, onde se vingou de seus algozes. O livro traz, ainda, histórias de luta contra a prática da excisão (mutilição clitoriana) em Mali; contra a violência conjugal, no Paquistão; a luta das mulheres negras, nos EUA; a busca pela própria história e família, no Chile; entre outras. Livro: Mulheres Livres - A resistência de 14 mulheres no mundoAutoras: Aurine Crémieu e Hélène Jullien
Menina Chinesa de 1 ano está “Grávida







Você já percebeu a quantidade impressionante de casos curiosos que surgem pelo mundo? O mais recente, trata de uma garotinha de apenas 1 ano que está ‘grávida’


A pequena Kang Mengru foi abandonada ao nascer e adotada por um casal sem filhos, em Luohe City, na província central chinesa de Henan. Em poucos meses, a barriga da garotinha começou a inchar e os vizinhos supersticiosos começaram a chamar a menina de “monstro” e insinuar que ela estava grávida. Mais tarde, exames médicos revelaram que Kang realmente carregava um feto dentro da sua barriga, mas tratava-se de uma irmã parasita, que desenvolveu-se dentro dela. Para agravar a situação, um médico que atendeu a garotinha explicou ao jornal Daily Mail que sua vida está em perigo: “Ela vai morrer, a menos que seja submetida a uma cirurgia, imediatamente”.Infelizmente, como sua família não pode pagar a cirurgia e depende de doações, a vida da pequena Kang realmente está em risco.









































sábado, 6 de março de 2010

PARABÉNS MULHERES......




MULHERES, POR PABLO NERUDA



Mulheres
Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam "não" como resposta quando acreditam que existe melhor solução.
Elas andam sem novos sapatos para suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao médico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.
Elas choram quando suas crianças adoecem e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre um aniversário ou um novo casamento.

Agradecimento


VOLTA AS AULAS!!!! UFBA /FACED EM TAPIRAMUTÁ


Interpretação textual....Fábula

A LEOA E A RAPOSA
Todos os animais estavam se vangloriando de suas famílias numerosas. Somente a leoa se mantinha em silêncio. Ela não disse nada, nem mesmo quando a raposa toda orgulhosa, desfilou seus filhotes diante dela.
- Olhe! - disse a raposa. - Veja minha ninhada de raposinhas vermelhas; são sete! Diga-nos, quantos filhos você têm?
- Somente um - respondeu tranquila a leoa. - Mas é um leão!
Moral da história: “Eis que o mérito não deve ser medido em razão da quantidade, mas tendo em vista a qualidade”.
Fonte: Fábulas do mundo todo (2004)
As Fábulas de Esopo (2002)
1-Que personagens aparecem no texto?
2- Quem fez a pergunta? Para quem?
3- O que significa a palavra “vangloriando”? Explique.
4- Com as suas palavras explique a moral da história.
5- O que pode significar essa moral em nossas vidas? Explique.

LER SEMPRE !!!!!!!!!!!!


"Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história." Bill Gates

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Trabalho solicitado pela professora Lica na Atividade de Alfabetização

Receita de Alfabetização com Letramento

Ingredientes:

Alunos de 06 anos.

Sala arrumada para receber os alunos. Algumas sugestões: cartazes, faixa de boas vindas, cantinho da leitura, alfabeto e outros...

Textos variados.

Diagnóstico dos níveis de leitura e escrita.

Músicas.

Jogos e brincadeiras.

Como preparar:

Pegue os alunos de seis anos, coloque-a numa sala de aula onde existem muitas coisas escritas para olhar e examinar. Sirvam textos, parlendas, poesias e rimas desenvolvendo no aluno a criatividade e a imaginação poética.

Estimulando a escrita através de listagens (nomes dos alunos, objetos, frutas etc.), trava-línguas, adivinhações, cruzadinhas, diagnóstico e outros.

Explorar o alfabeto, levar os alunos a perceber as várias combinações das letras. Elas são instrumentos indispensáveis de registro de tudo o que se pensa e que se quer escrever, bem como de tudo o que se pode ler.

Enfim, tudo que possa servir para garantir que o primeiro tijolo da grande construção da cidadania fique bem assentado.

Para alfabetizar os alunos é preciso explorar a língua escrita, como para falar é preciso focar bastante a língua oral.

Os alunos, ao pensar sobre a escrita, constroem uma série de concepções sobre o que ela representa.

Sejam criativos, levem os alunos a pensar, refletir e relacionar através de atividades que favoreçam a investigação social e individual, respeitando suas diferenças individuais, o seu ritmo de desenvolvimento e o seu interesse. Dando-lhe oportunidade de dizer o que pensam e sabem.

Para aprender a ler, portanto, é preciso interagir com a diversidade de textos escritos (jornais, anúncios, propagandas, revistas, gibis, rótulos. etc).

De certa forma é agir como se o aluno soubesse aquilo que deve aprender.

Levar os alunos a lerem quadrinhos, adivinhas,trava-línguas, parlendas, provocará nos alunos o desejo de ler. Trabalhar com as rimas facilitará som-letra. São atividades para os alunos escreverem brincando.

Organizar turmas em uma roda e fazer a leitura em voz alta de diferentes tipos de textos (contos, poemas, notícias, historinhas infantis, etc).

Individualmente ou em dupla a professora pede que os alunos encontrem palavras em listas trabalhadas.

Trabalhar com letras de músicas infantis. Desafiando os alunos a escolherem letras e formarem as palavras necessárias para compor o texto com a ajuda do parceiro.

O professor deverá distribuir o crachá de cada criança com o seu nome para que ela perceba as letras que o compõem. Distribuir revistas, jornais para os alunos recortarem palavras ou letras.

Dar muitas atividades como jogos da memória. Bingo, dominó, jogos com dados, caçadas de letras, boliche com letras, caixa surpresa, brincando de telefone sem fio, tesouro de palavras, pescaria de palavras e outros.

Para a receita ficar apetitosa, o bom caminho é inundar esses alunos com aquilo que eles não têm em suas casas, livros, revistas, jornais, livros de receitas, gibis e outros construindo o cantinho da leitura.

Bom Apetite!

Georgiana Silva Passos

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

VISITA DA PRIMA

Trabalho solicitado pelas professoras: Paulinha Moreira e Inez Carvalho

Sua prima acabou de chegar de Manaus e está com muita vontade de conhecer um pouco mais a estrutura do seu curso de Pedagogia. Duvida? Veja, logo abaixo, o que ela diz.
Ah! Ela volta para casa dia 01 de dezembro, então você tem que repondê-la, individualmente, até essa data.
- Prim@! Que bom saber que você está na faculdade! Fiquei mais feliz ainda, e muito curiosa, quando soube que você cursa a Licenciatura em Pedagogia... É que eu também sou estudante de Pedagogia lá em Manaus. Vamos esticar a prosa? Puxa a cadeira. Eu quero saber tudinho. Como é o seu curso? Qual a duração? Como é a estrutura curricular? Tem disciplina?


Prima, como é que você está? Estava com saudades, fiquei contente em saber que está cursando o mesmo curso que eu, é uma satisfação imensa para mim está dividindo essa felicidade com você. Tornar real, um sonho não é nada fácil, uma vez que as necessidades e as transformações surgem a cada minuto.
O curso de Licenciatura em Pedagogia é diferente do seu, estamos cursando para levar até a sala de aula a teoria e a prática que adquirimos na Universidade.
O curso é realizado no período de três anos, e, tem a importância para os professores em exercício, onde inclui a reflexão e ação sobre a prática docente, a permanência com atividades pedagógicas, e inviabiliza a concretização do curso.
A plataforma curricular da UFBA/FACED permite a cada cursista criar sua própria grade curricular a cerca de cada atividade, ou seja, independentes das atividades obrigatórias, fica a critério do cursista construir sua carga horária e assim definir as atividades que serão estudadas em ciclo proporcionando uma formação continuada no âmbito da nossa prática pedagógica.
A organização curricular se dá em ciclos (semestres letivos), pois a ideia de que cada ciclo se constitui em si mesmo, refletindo a realidade, as ações e pretenções resultando na construção da aprendizagem.
As atividades curriculares estão divididas em três grupos: Temáticas, em Exercício, de Registro e Produção. Estas atividades tem conteúdos e as formas variadas. As Atividades Temáticas, se constitui em um todo singular e individual ao traduzir diferentes percursos tecidos por cada professor - cursista. São elas: palestras, mesas redondas, seminários, grupo de estudo, cursos, oficinas, projetos e eventos. Atividade em Exercício é expressa em variados registros textuais. Como: a prática pedagógica, atividades de registro, e produção que inclui Diário de Ciclos, Memorial e Produções Livres.
A existência dos eixos temáticos facilitaa tarefa de concretizar o curso nas ideias de construção. Temos a distrubuição das três mil e duzentas horas tendo o comprimento da carga horária mínima de cem horas em cada eixo.
Os Eixos Temáticos são: Educação e conhecimento ao longo da história: abriga reflexões, informações, críticas e contextualizações sobre o movimento geo-históricos de diferentes áreas do conhecimento e suas ressonâncias na educação. Educação e práticas de ensino/pesquisa: promove atividades de pesquisa e intervenção nas questões vivenciadas pelos professores-cursistas em suas práticas pedagógicas a partir de elaboração e execução de projetos que traduzam as demandas das comunidades locais.
Educação e linguagem: explica a maior diversidade possível de linguagem que estejam ligadas à educação-escrita, oral, corporal, gráfica, imagética... , inserindo-as rotinas docente como uma umportante vertente isntrumental do seu trabalho.
Educação e prática docentes: favorece a reflexão e (re)elaboração dos planos e projetos de prática pedagógicas, e está ligado ao saber/fazer pedagógico de cada docente a partir da supervisão da Equipe de Organização do Curso.
O Curso de Licenciatura em Pedagogia, é algo que serve para aprimorar, adquirir hábitos de ensino e enriquecer o meo currículo, uma vez que o mercado de trabalho está cada vez mais seletivo.
Faço parte de uma educação que no contexto de ensino abrange pessoas com força de vontade paraa dquirir conhecimentos e habilidades educacionais no intuito de poder contar com esse ensino.
Obtenho ao participar deste curso, fatores que para mim aumentam ainda mais a minha satisfação em onter leituras, práticas, conhecimentos e experiências, responsabilidades e compromissos.
Foi um prazer em está com você, espero contar com você com a confraternização de mais um sonho a ser realizado. Conto com sua presença.
Beijos, até mais!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

A parábola da rosa

Certa vez, um homem plantou uma roseira e passou a regá-la constantemente.

Assim que ela soltou seu primeiro botão que em breve desabrocharia, o homem notou espinhos sobre o talo e pensou consigo mesmo: "como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos?"

Entristecido com o fato, ele se recusou a regar a roseira e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar a rosa morreu.

Isso acontece com muitos de nós com relação à nossa semeadura.

Plantamos um sonho e, quando surgem as primeiras dificuldades, abandonamos a lavoura.

Fazemos planos de felicidade, desejamos colher flores perfumadas e, quando percebemos os desafios que se apresentam, logo desistimos e o nosso sonho não se realiza.

Os espinhos são exatamente os desafios que se apresentam para que possamos superá-los.

Se encontramos pedras no caminho é para que aprendamos a retirá-las e, dessa forma, nossos músculos se tornem mais fortes.

Não há como chegar ao topo da montanha sem passar pelos obstáculos naturais da caminhada. E o mérito está justamente na superação desses obstáculos.

O que geralmente ocorre é que não prestamos muita atenção na forma de realizar nossos objetivos e, por isso, desistimos com facilidade e até justificamos o fracasso lançando a culpa em alguém ou em alguma coisa.

O importante é que tenhamos sempre em mente que se desejamos colher flores, temos que preparar o solo, selecionar cuidadosamente as sementes, plantá-las, regá-las sistematicamente e, só depois, colher.

Se esperamos colher antes do tempo necessário, então a decepção surgirá.

Se temos um projeto de felicidade, é preciso investir nele. E considerar também a possibilidade de mudanças na estratégia.

Se, por exemplo, desejamos um emprego estável, duradouro, e não estamos conseguindo, talvez tenhamos que rever a nossa competência e nossa disposição de aprender.

Não adianta jogar a culpa nos governantes nem na sociedade, é preciso, antes de tudo, fazer uma avaliação das nossas possibilidades pessoais.

Se desejamos uma relação afetiva duradoura, estável, tranqüila, e não conseguimos, talvez seja preciso analisar ou reavaliar nossa forma de amar.

Quando os espinhos de uma relação aparecem, é hora de pensar numa estratégia diferente, ao invés de culpar homens e mulheres ou a agitação da vida moderna, ou simplesmente deixar a rosa do afeto morrer de sede.

Há pessoas que, como o homem que deixou a roseira morrer, deixam seus sonhos agonizarem por falta de cuidados ou diminuem o seu tamanho. Vão se contentando com pouco na esperança de sofrer menos.

Mas o ideal é estabelecer um objetivo e investir esforços para concretizá-lo.

Se no percurso aparecer alguns espinhos, é que estamos sendo desafiados a superar, e jamais a desistir.

***

Quem deseja aspirar o perfume das rosas, terá que aprender a lidar com os espinhos.

Quem quer trilhar por estradas limpas, terá que se curvar para retirar as pedras e outros obstáculos que surjam pela frente.

Quem pretende saborear a doçura do mel, precisa superar eventuais ferroadas das fabricantes, as abelhas.

Por tudo isso, não deixe que nenhum obstáculo impeça a sua marcha para a conquista de dias melhores.

NATAL




O que é o Natal?

Como toda festa religiosa o Natal é rico em símbolos. Por isso são poucos aqueles que conhecem suas origens e seus significados. O Natal marca a grande festa de solidariedade universal. Pois é comemorado em todo o mundo, até mesmo onde a população cristã é minoria. Podemos sentir que quando o dia 25 se aproxima uma certa ternura vai envolvendo a todos, e o ar fica carregado de uma grande expectativa. O Natal enfim cultiva nas pessoas sentimentos muitas vezes esquecidos, como o amor ao próximo. Muitos símbolos que freqüentam vitrines iluminadas, a sala de nossas casas cria novos sons, melodias e cores que dão às nossas festas uma grande harmonia.

Historicamente não se tem certeza a respeito da data do nascimento de Jesus. Um acontecimento tão importante como a vinda do filho de Deus mereceria ser lembrado numa ocasião especial, de modo que todos facilmente incorporaram o costume de celebrá-la. Aí, é que entra o dia 25, nessa época do ano ocorre no hemisfério norte do planeta o chamado solstício de inverno que é o momento em que o sol, depois de atingir o ponto mais distante de sua órbita, reinicia seu caminho de volta fazendo com que os dias tornem-se mais longos.

Foi da apropriação e do amálgama das festividades pagãs que surgiu o Natal, também como forma de converter os não-cristãos a aderirem ao cristianismo.


A “Árvore de Natal”, conhecida em algumas regiões da Europa como a “Árvore de Cristo”,desempenha papel importante na data comemorativa do Nascimento de Nosso Senhor.

Os relatos mais antigos que se conhecem acerca da Árvore de Natal datam de meados do século XVII, e são provenientes da Alsácia, encantadora província francesa.
Descrições de florescimentos de árvores no dia do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do Natal, única árvore que nas imensidões da neve permanece verde.

A “Árvore de Natal” é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.

O costume de preparar este belo complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.

Renas de Natal

domingo, 29 de novembro de 2009

REFLEXÕES

Verdades da Profissão de ProfessorNinguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.Paulo Freire

TRABALHO EM DUPLA; ALEANES E GEORGIANA

Estudo comparativo do livro o Leitor e o filme solicitado com fins avaliativos do Gelit. O Leitor. Pela professora Luciana Lima.


O livro O Leitor – Bernhard Schilink, a linguagem é clara, o livro trabalha com
palavras e expressões. Quando lemos o livro imaginamos e visualizamos os personagens. O livro tem uma trama muito bem contada.
O filme não é literatura, é uma linguagem diferente do texto escrito e tempos diferentes. É imagem, som e uma série de elementos organizados. As palavras e as imagens, duas linguagens que geram códigos distintos, que expressam visão de mundo de maneiras diferentes.
Quando o autor escreve um livro, faz várias revisões convidando pessoas diferentes para ajudá-lo, o trabalho torna-se coletivo, muda de aspectos quando si produz o filme, tem palpite, do diretor, do maquiador, fotógrafo aprende-se a trabalhar em equipe.
O livro conta a história afundo enquanto, o filme cortou algumas partes.
Lendo o livro vivenciamos a história, criamos as imagens do personagem e dos ambientes. Então, assistindo ao filme decepcionamos, pois, não criamos imagens já existem os elementos que ajudam a compor o cenário já existem.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

ALFABETIZAÇÃO

Alfabetização e letramento” Desafios ...

Análise sobre o texto “Alfabetização e letramento” Desafios ...
por : RobertoDana Autor : Antônio Augusto Gomes Batista

O Brasil nas últimas décadas. Algumas pesquisas nacionais e internacionais traduzem essa lacuna e colocam o Brasil entre um dos piores índices do mundo. Segundo o teste PISA 2006 (sigla em inglês, Programa Internacional para Avaliação do Aluno), o País figura na 48º posição mundial (estudo feito com 56 países) no quesito leitura. Nesse teste, 56% dos jovens no nível um ou abaixo dele (a escala vai até cinco). Isso coloca que esses jovens só são capazes de localizar informações explícitas nos textos e fazer conexões simples. O SAEB 2003, amostra que 55% dos alunos da 4ª série, níveis de desempenho escolar crítico ou muito crítico em leitura. Neste mesmo teste, apenas 4,48% dos alunos da 4ª série possuem um nível de leitura adequado ou superior e 36,2% ainda estão começando a desenvolver a habilidade com leitura na 4ª série. O desenvolvimento da leitura e escrita também e bem reduzido de uma série para outra (até a conclusão do ensino médio). Alguns saudositas acham que voltando as práticas aplicadas na alfabetização de nossos avós, poderíamos sanar esses problemas, contudo isso não seria a solução, pois a maioria dessas dificuldades apresentadas na leitura e escrita e derivada de politicas educacionais e sociais. Não precisa ser um grande pesquisador em educação brasileira para saber em que classe e região encontramos os maiores índices de analfabetismo. Mesmo sem politicas voltadas a erradicação do analfabetismo, podemos ver (mesmo que lentamente) uma significativa diminuição do número de analfabetos entre o século XIX e o XXI. O aumento de alfabetizados desde o século XIX até hoje, aumentou de 18% para 83%, mesmo assim é um índice baixo para um país como o Brasil. É interessante frisar o que é entendido pelos governantes como sendo alfabetização. Esse entendimento coloca que uma pessoa que domina as primeiras letras, e tem habilidade básica ou inicial de ler e escrever, pode ser considerada alfabetizada. Magda Soares, relata essa visão governamental em seu texto “A ressignificação do conceito de alfabetização nos Censos”: (...) até os anos 40 do século passado, os questionários do Censo indagavam, simplesmente, se a pessoa sabia ler e escrever, servindo, como comprovação da resposta afirmativa ou negativa, a capacidade de assinatura do próprio nome. A partir dos anos 50 e até o último Censo (2000), os questionários passaram a indagar se a pessoa era capaz de “ler e escrever um bilhete simples”, o que já evidencia uma ampliação do conceito de alfabetização: já não se considera alfabetizado aquele que apenas declara saber ler e escrever, genericamente, mas aquele que sabe usar a leitura e escrita para exercer uma prática social em que a escrita é necessária. O conceito de alfabetização, ganhou novas definições, que dependem do estágio em que o “alfabetizado” se encontra. Surge então a denominação “alfabetizado funcional”, aonde a pessoa é capaz de utilizar a leitura e a escrita para fazer frente às demandas de seu contexto social e usar essas habilidades para continuar aprendendo e se desenvolvendo ao longo da vida. A ampliação do conceito de alfabetização se manifesta também na escola, na qual pensava-se que a criança só entrava no mundo da leitura e escrita, pelo aprendizado das primeiras letras e a codificação decodificação da linguagem. Contudo na década de 1980, o surgimento de concepções psicológicas, lingüísticas e psicolinguisticas de leitura e escrita vêm mostrando que, se o aprendizado das relações entre as letras e os sons da língua é uma condição do uso da língua escrita, esse uso também é uma condição da alfabetização ou do aprendizado das relações entre as letras e os sons da língua. Nesse momento surge a visão de que alfabetizar não seria somente o domínio das primeiras letras, ele envolveria saber utilizar a língua escrita nas escrita nas situações em que essas são necessária, lendo e produzindo textos. Essa nova dimensão ficou conhecida como letramento. Servindo para designar o conjunto de conhecimentos, atitudes e de capacidades necessários para usar a língua em práticas sociais. Podemos concluir que todas as dificuldades atuais no campo da alfabetização é decorrente de um passado de desigualdades sociais e analfabetismo, além de um presente na qual as expectativas da sociedade em relação aos resultados pedem urgência nessas soluções.

MENSAGEM

Para Pensar:20 DICAS DE SUCESSO Luiz Marins Filho

01 Elogie três pessoas por dia02 Tenha um aperto de mão firme03 Olhe as pessoas nos olhos04 Gaste menos do que ganha05 Saiba perdoar a si e aos outros06 Trate os outros como gostaria de ser tratado07 Faça novos amigos08 saiba guardar segredos09 Não adie uma alegria10 Surpreenda aqueles que você ama com presentes inesperados11 Sorria12 Aceite sempre uma mão estendida13 Pague suas contas em dia14 Não reze pra pedir coisa, reze para agradecer e pedir sabedoria e coragem15 Dê às pessoas uma segunda chance16 Não tome uma decisão quando estiver cansado ou nervoso17 Respeite todas as coisa vivas, especialmente as indefesas18 Doe o melhor de si no seu trabalho19 Seja humilde, principalmente nas vitórias20 Jamais prive uma pessoa de esperança.PODE SER QUE ELA SÓ TENHA ISSO.